Estava anoitecendo e de repente sem que menos ela esperasse um envelope vermelho passou por de baixo de sua porta, e talvez o último que ela veria em sua vida. Sim era uma mulher, uma mulher que todos realmente chamariam de ignorada, ignorada pelos homens, mas por mim, não, nunca. Seja feia, seja bonita, em minha mesa isso jamais importaria, cor, classe social, beleza, inteligência, nada importaria naquele momento, naquele momento que qualquer mulher seria amada, desejada por mim. Seria com certeza o momento que qualquer gostaria de ter um momento que decidi dar a elas, todas elas.
"A avenida 13 espera você, a casa 19 proporciona um jantar com uma pessoa que se interessou, por mais que pareça estranho e não tenha pedido seu perfil foi avaliado e sabemos como se sente. Se ao menos uma chance na vida pretende mudar as coisas que são, apareça"
Talvez mal escrito, mas nada mais do que uma carta que traria um pouco de esperança para torna-la perfeita. Queria que fosse isso que ela pensasse, que alguém realmente a queria, de fato, eu a queria, queria mas não como ela imaginava, porque como ela, queria me sentir bem. Mas não podia ficar pensando se ela aceitaria o convite ou não, deveria estar preparado de qualquer maneira, e no local combinado, uma casa comprada especialmente para meus convites, uma casa com pouca luz, uma mesa e um sofá.
Preparava tudo, uma comida no forno, duas taças de vinho a mesa, pratos, talheres e uma música num rádio.
Sem que eu esperasse a campainha tocou, era meia noite em ponto, ela, parecia ter se produzido, mas mesmo assim, mesmo que eu soubesse o que aconteceria ali eu não tinha revelado minha face, a deixava nas sombras, e falava calmamente com ela, até que ela se sentou na mesa. com um pouco de conversa veio um brinde, à mudanças, mas eu apenas encostei o vidro na boca, ela, simplesmente caiu da cadeira no primeiro gole, desacordada. Era ali que minha alegria ia começar.
A levei para dentro de um dos quartos da casa, tudo plastificado, pensado milimétricamente, e ela, agora deitada numa maca de borracha. Pouco tempo passou até que finalmente ela estava acordada, presa a tiras reforçadas de plástico, tudo para não existirem evidências, tudo perfeito. Ela enfim acordou e percebeu que estava amarrada e amordaçada, eu disse algumas palavras sobre a vida dela e a minha que ambas procuravam algum tipo de conforto, mas eu ao contrário já tinha encontrado.
Foi assim que coloquei meu avental de borracha branca e minha máscara de acrílico. Com os cortes perfeitos ela estava ali, fatiada, com sangue por toda parte.
O timer apitou, tirei minha máscara e fui até a cozinha peguei a carne do forno, sentei a mesa e jantei tranquilo aquela noite.
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-Bem está ai, primeiro texto, tentei fazer o melhor possível, o conto de um serial killer. Que O jantar da meia noite comece.
Debborah Emme says:
Calma,Primeiro eu comento,depois eu Leio,é só p/ ser a primeira ;*
20 de fevereiro de 2010 às 21:37
Debborah Emme says:
Eu demorei um pouco para entender que o texto estava sendo contado por um serial killer,talvez um pouquinho confuso no começo.Mas em geral,o texto está muito bom,a não ser pelo fato da mulher ter sido esfatiada,é interessante saber como existem varios meios de diversão,cada um tem a sua háhá.
Mas tá Lindo V,você escreve muito bem.
Beijos Beijos.
20 de fevereiro de 2010 às 21:44
Unknown says:
bom texto
20 de fevereiro de 2010 às 22:04
Gam says:
I SAW WHAT YOU DID THERE, DEXTER
20 de fevereiro de 2010 às 22:12
NiNa says:
eu demorei um pouco pra entender q era um serial killer [2]
jurava q era um vampiro xP
so faltou um pouco mais de tortura (6)
^-^
mto bom o texto
=*
20 de fevereiro de 2010 às 22:29
Anônimo
meus deuss nem vo durmi a noite desse jeitoo xP
legal o texto =)
By: comentario anonimo da thais
20 de fevereiro de 2010 às 23:40
Raquel says:
AAAAAAAI QUE DELÍCIA! Quero ler o resto o mais rápido possíveeeel! <3 Ficou excelente!
20 de fevereiro de 2010 às 23:55
Mary
Um texto realmente bem diferente de todos que você já escreveu, e que eu tenha lido, claro.
Ficou ÓTEEEMO, parabéns ;)
contos macabros, adooro !
Beeijos <3
21 de fevereiro de 2010 às 15:02
Unknown says:
Porque nem todas as coisas são rosas e nem todas as histórias são de amor.
Poucos se atrevem a falar sobre esse outro lado da vida. Espero que o blog melhore a cada dia!
E eu juro que não dormi por causa da sua história! Era muito sono mesmo!
21 de fevereiro de 2010 às 18:01
Anônimo
Anonimo = Alejandro
Cara gostei do texto, realmente eu estava com vontade de ler uma historia diferente...cansei um pouco dos vampiros xD!
Continue o blog, espero ler mais historias desse naipe!
22 de fevereiro de 2010 às 18:09
Anônimo
ficou muito bom! gosto desse tipo de história...tudo bem que eu fico pensando depois e ...bem. scary!
espero que consiga divulgar muito o seu blog e assim arranje leitores fiéis! haha
sou avuada, então, sempre que puder, me peça pra ler que eu lerei! [e deixarei um comentário! :D]
farei o possível pra te ajudar :)
gica :9
22 de fevereiro de 2010 às 21:36
Anônimo
Ficou mto bom shino XD
adorei o texto...soh espero q não tenha sido uma experiencia vivida por você neh xD huahAUHAUA
flw
Tom
23 de fevereiro de 2010 às 00:56
Anônimo
Eu teria gostado mais se não fosse igual Dexter, mas ele podia ter comido a moça. Ia ficar mais mórbido.
24 de fevereiro de 2010 às 01:02
Anônimo
O mais interessante é o que o Jow conseguiu fazer. Prender a atenção do leitor pela curiosidade e espectativa de um final revelador, obscuro e bom. Parabéns.
26 de fevereiro de 2010 às 13:47
Anônimo
Quando comecei a ler sabia que se tratava dum serial killer :), me fez lembrar de uma idéia que nunca se concretizou duma amiga minha, mas um tanto diferente. Só tinha uma ar parecido.
Achei bem escrito e um tanto intrigante. Fiquei curiosa em saber o que o motiva e quais requisitos suas vítimas precisam ter, ou só precisam ser mulheres sozinhas?
Quando ele a levou prum dos quartos, foi um momento muuuito Dexter. Os preparativos, a conversa, a execução, o pouco caso depois do assassinato...
Bem serial killer! ^^
Aninha
28 de fevereiro de 2010 às 22:05